
Vejamos a opinião de quem viveu o projecto político AD.
"A morte de Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa veio interromper uma Aliança Democrática que se teria “institucionalizado” e permitido revisões à Constituição que acelerassem as privatizações, ganhando “dez anos”, considera o deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro.
“O movimento de privatizações poderia ter começado mais cedo. Talvez tivéssemos ganho dez anos de tempo, com taxas de crescimento mais elevadas”, afirmou Ribeiro e Castro, secretário de Estado adjunto do vice-primeiro-ministro no governo da Aliança Democrática (AD).
“Teríamos aderido à CEE em melhores condições”, considera igualmente Ribeiro e Castro, já que estando Portugal dependente do “timing” da Espanha, não seria expetável que a adesão tivesse acontecido mais cedo.
Sem a morte de Sá Carneiro e Amaro da Costa, Ribeiro e Castro diz que se poderia “dar como certo que a AD ter-se-ia institucionalizado, na transformação de um partido ou de um movimento com um caráter permanente”.
“A AD ter-se-ia enraizado”, assegura."
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