Mas se os professores são heróis, que herói serão? Isso o nosso primeiro não esclarece, teremos de escolher nós. O Super Homem é muito batido, Capitão América é.. muito americano. O Hulk joga no porto, por isso que tal Batman? Anda em voga e tudo por causa do wikileaks.. É com certeza um bom herói até porque depois de tudo que Sócrates já fez aos professores, se eles são heróis, então ele é certamente um vilão! E no Batman há um vilão com o qual o nosso primeiro cada vez mais se parece.. O JOKER! Isto sem desrespeito pelos dois grandes actores que interpretam o vilão!
Mas ver este senhor chamar heróis aos professores.. parece uma piada, e de mau gosto!
"Alguns críticos acusam-no de responder demasiado lentamente à crise. Outros questionam qual é a sua verdadeira influência", escreve o jornal britânico sobre o ministro português.
Hoje é dia para comemorar... temos o 4º pior ministro das finanças, acho que todos os portugueses já perceberam isso menos o nosso caro amigo "engenheiro" Sócrates, após sair este ranking, Sócrates e Teixeira dos Santos estavam a comemorar numa badalada discoteca de Lisboa
O futuro e tradição é o primeiro blog a nível nacional a mostrar a imagem da festa
30 anos depois do trágico desaparecimento de Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa podemos reflectir sobre como seria Portugal sem o ATENTADO de Camarate?
Vejamos a opinião de quem viveu o projecto político AD.
"A morte de Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa veio interromper uma Aliança Democrática que se teria “institucionalizado” e permitido revisões à Constituição que acelerassem as privatizações, ganhando “dez anos”, considera o deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro.
“O movimento de privatizações poderia ter começado mais cedo. Talvez tivéssemos ganho dez anos de tempo, com taxas de crescimento mais elevadas”, afirmou Ribeiro e Castro, secretário de Estado adjunto do vice-primeiro-ministro no governo da Aliança Democrática (AD).
Isso teria sido possível com “a revisão constitucional de 1982 e 1989 numa só”, refere, num cenário em que o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa não tivessem morrido quando o Cessna em que viajavam caiu sobre Camarate a 4 de dezembro de 1980.
“Teríamos aderido à CEE em melhores condições”, considera igualmente Ribeiro e Castro, já que estando Portugal dependente do “timing” da Espanha, não seria expetável que a adesão tivesse acontecido mais cedo.
Sem a morte de Sá Carneiro e Amaro da Costa, Ribeiro e Castro diz que se poderia “dar como certo que a AD ter-se-ia institucionalizado, na transformação de um partido ou de um movimento com um caráter permanente”.
(Porto, 19 de Julho de 1934 - 4 de Dezembro de 1980)
"Homem de estado, combativo, lúcido, sereno, mas determinado, brilhante no raciocino, coerente nas ideias e nos ideais e aladino de um Portugal livre"
"Sá Carneiro pelas forças das coisas e em parte pelo peso das circunstancias que rodearam a sua morte, é hoje uma legenda e referência democrática indesculpável "
"A bancada socialista decidiu, com poucas abstenções, que vai votar contra a proposta do PCP de taxar os dividendos antecipados."
(O PCP defendia a tributação dos dividendos de 2010 das grandes empresas, proposta essa que foi chumbada pelo PS)
"O líder parlamentar do PS afirmou ainda que não ameaçou a bancada socialista mas explicou que não está na liderança a qualquer preço nem está "disponível para liderar com meias tintas", e que se o partido optasse por uma "via de irresponsabilidade" ele não teria condições para continuar à frente do grupo."
Lembram-se de ter falado da fuga dos ratos? parece que tivemos mais um a querer saltar do barco, mas pelos vistos aguentou-se....
Mas calma não ficamos por aqui.... Confirmem ai caros leitores se nas empresas que vão receber dividendos antecipados existe algum membro filiado no ps ou amigo do nosso primeiro?
Isto parece-me mais uma vez MONEY FOR THE BOYS!!!
( Foto captada no Facebook, do socialista Tio patinhas, accionista da Jerónimo Martins e com o cartão de militância do ps 156897)
Breve curriculum
Secretário de estado adjunto do adjunto ( 1995 - 1996)
Secretário de estado adjunto (1996 - 1997)
Secretário de estado (1997 - 1998)
Chefe de gabinete do 1º ministro (1999 - 2001)
Amigo pessoal do 1º ministro Sócrates (2005 - 2007)
Na perspectiva histórica de um País com perto de 900 anos, o penoso > caminhar numa crise comparável à vivida nos tempos da I República > cujo centenário este ano faustosamente se comemorou, permite-nos > retirar diversas conclusões. > > Comecemos pela circunstância de a República, fundada pela força que > derrubou um Regime Democrático, nunca, até aos nossos dias, haver > sido legitimada pelo voto popular. > > Significativo é, também, o facto de o regime republicano, nas suas > várias expressões, não ter tido capacidade para resolver nenhum dos > problemas de que acusava a Monarquia e o facto de que as Democracias > mais desenvolvidas e estáveis da Europa serem Monarquias. > > As nossas três Repúblicas do séc. XX nasceram de três golpes > militares após os quais os governantes se lançaram a reorganizar a > sociedade, com os resultados que agora estão à vista. > > Como herdeiro dos reis de Portugal, eu represento um outro princípio, > o princípio da liberdade e não o da coerção. Chegou a hora de a > sociedade livremente dizer que Estado quer. Em vários reinos do Norte > da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que "vivemos em > República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República". > > Deixo aqui uma mensagem aos monárquicos, aos convictos que, hoje, são > a minoria mas, segundo as sondagens, serão a maioria no futuro que se > aproxima. > > Quero lembrar que essas sondagens chegam a referir 20%, 30% ou 40% de > monárquicos, conforme as perguntas são feitas, percentagens tanto mais > valiosas quanto resultam da escolha de pessoas livres e não de > propagandas de partidos ou de movimentos sem transparência. > > Quero agradecer-vos a generosidade, o entusiasmo, e a dedicação > quando içam nas ruas a bandeira das Quinas com a Coroa e quero > dizer-vos que continuarei a acompanhá-los, como sucedeu no 5 de > Outubro em Guimarães, o dia da independência nacional. > > A situação humilhante em que a Nação se encontra perante nós próprios > e a comunidade internacional obriga-nos a reflectir sobre novos > modelos de desenvolvimento económico e de vida em sociedade, > inspirados no bem comum. > > Com efeito, a expectativa inicial do projecto europeu que a > generalidade dos membros abraçou e que se assumiu, na sua origem, > como um projecto de cooperação entre Estados - com os mais ricos a > ajudarem os mais pobres – corre o risco de passar, rapidamente, > de miragem a tragédia, com os mais fortes a ditarem regras e a impor > sanções aos mais vulneráveis. > > Neste contexto de incerteza e preocupação, são, por isso, cada vez > mais as vozes autorizadas que preconizam a necessidade da reforma do > modelo de desenvolvimento económico global. A reactivação estratégica > de uma agricultura sustentável e ecologicamente equilibrada é > fundamental para enfrentarmos com segurança os desafios actuais, como > há pouco tempo lembrou o Papa Bento XVI . > > Precisamos de um novo modelo para conseguir maior felicidade e > bem-estar com menor desperdício de recursos, que deverão ser melhor e > mais justamente partilhados, para que a ninguém falte o essencial. > > Havendo tantas necessidades de apoio às populações seria desejável > dinamizar as antigas tradições de voluntariado, recorrendo também aos > serviços dos beneficiários de subsídios do Estado, como condição para > receberem esses subsídios. Receber subsídios sem dar a sua > contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas, o que não é > bom . > > Portugal não pode cair no desânimo a que nos conduzem os constantes e > confusos acontecimentos políticos nacionais amplamente noticiados. > > É fundamental acreditar no Futuro e partilhar Esperança, nunca nos > esquecendo de onde viemos e para onde queremos ir. > > Para isso há que cultivar os exemplos de competência, seriedade e > coragem na defesa de ideais, combatendo a falta de autenticidade que, > infelizmente, constitui uma das mais comuns e perversas > características do nosso tempo. > > Quem está na Política deve ter como primeiro e último objectivo > SERVIR a Pátria e, em particular, permitir a valorização dos mais > desfavorecidos. > > E para esta valorização ser possível, teremos de repensar todo o > nosso sistema educativo, do pré-primário ao superior, adaptando os > cursos às necessidades profissionais actuais e futuras e criando - > com suporte da rede de ensino privado e cooperativo - condições às > famílias com menos recursos para poderem escolher os estabelecimentos > que gostariam que os seus filhos frequentassem, sem que tal venha a > implicar aumento de encargos para o Estado. > > Tenho visitado muitas escolas onde me explicam que os programas são > desajustados às realidades actuais e às saídas profissionais, e > particularmente aos jovens com problemas de adaptação. O “ > Cheque Ensinoâ€� seria uma solução para estes problemas, > permitindo às famílias escolher a oferta escolar mais adaptada às > necessidades dos seus filhos, evitando a discriminação económica > actual e promovendo a qualidade do ensino através de uma saudável > concorrência… > > Só desta forma conseguiremos melhorar efectivamente o nível médio > cultural, académico e profissional da população com vista ao > progressivo desenvolvimento e engrandecimento do País e não com fim > exclusivamente estatístico. > > Na sua longa História, Portugal foi grande quando se lhe depararam > desafios que envolveram projectos galvanizadores de verdadeira > dimensão nacional. Nessas alturas, os portugueses sempre souberam > responder com criatividade, entusiasmo e coragem. > > Hoje, é no Mar e na Lusofonia que a nossa atenção deve ser focada > como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o País > e para a Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Afinal, > são estas duas vertentes que, desde o início da Expansão Marítima > Portuguesa, com períodos de maior ou menor brilho, maior ou menor > envolvimento, têm vindo a constituir o nosso Desígnio. > > O prestigiado Jean Ziegler, meu professor em Genebra, ensinava que > existem dois caminhos para desenvolver os povos. O primeiro começava > pela educação profissional, académica e ética da população , que iria > desenvolver o país e conduzi-lo ao enriquecimento. O segundo caminho > consistia em injectar dinheiro estrangeiro na economia. Os > governantes criariam grandes infra-estruturas, enriquecendo-se alguns > deles no processo, e a população compraria bens de consumo importados, > enriquecendo o comércio. Mas no fim, essa nação estaria endividada e a > classe média empobrecida porque as capacidades de produção teriam > diminuído. > > Infelizmente é esta a nossa realidade recente. > > Deixo para os especialistas apontarem os factores da crise que nos > fustiga, fazerem os diagnósticos acertados, apontarem as vias de > solução. Mas não posso deixar de dizer que é urgente arrepiarmos o > caminho que nos trouxe à gravíssima crise económica e financeira que > atravessamos, como venho denunciando desde há anos. > > Foi justamente neste sentido que, este ano, pela segunda vez, > promovi, no âmbito da Comissão D. Carlos 100 Anos, a organização do > Congresso “Mares da Lusofoniaâ€�que permitiu uma > participada reflexão, com representantes de todos os Países da CPLP > presentes, acerca da valia dos mares e das Plataformas Continentais > dos países lusófonos nas vertentes estratégica, de segurança, > jurídica, ambiental, científica, tecnológica e económica. > > A intensificação do intercâmbio de conhecimentos da sociedade civil e > o fortalecimento das relações afectivas entre os nossos países > contribuirá decisivamente para a supressão das barreiras que ainda > existem. > > Recentemente visitei o Brasil, pátria de minha Mãe, onde, em > Brasília, tive a feliz oportunidade de contactar alguns membros do > seu Governo. > > Transmiti os meus sinceros votos de sucesso à recém-eleita Presidente > Dilma Russef . > > Percebi que lá existe uma grande abertura à ideia de uma futura > Confederação de Estados Lusófonos, que muito beneficiaria todos os > seus membros e cuja adesão não comprometeria as alianças regionais > existentes. O facto do Reino Unido pertencer à Commonwealth não > prejudica a sua participação na União Europeia mas valoriza-a . > > Ainda sobre a importância da afectividade que naturalmente se cultiva > na Comunidade Lusófona, virá a propósito salientar a decisão do > Governo de Timor – país a que me ligam relações de profunda > amizade – quando, à semanas, declarou o seu auxílio a Portugal > na compra de parte da nossa dívida pública, num gesto de fraternal > amizade. Do mesmo modo, tenho indicações de que muito nos > beneficiaria negociar com o Brasil um empréstimo para resolver a > crise da dívida pública soberana em melhores condições do que com o > FMI ou a Europa. > > Para concluir, gostaria de transmitir a todos os portugueses uma > mensagem de ânimo: > > Não vos deixeis abater pela situação de dificuldade económica e crise > moral que actualmente nos invade. > > Lembrai-vos que tivemos momentos bem mais graves na nossa História em > que a perenidade da Instituição Real foi suporte decisivo para a > recuperação conseguida. > > A dinastia, baseada na família, oferece o referencial de continuidade > de que Portugal está carente há cem anos. > > Viva Portugal!